O que é ser evangélico?

Os evangélicos levam a Bíblia a sério e acreditam em Jesus Cristo como Salvador e Senhor. O termo “evangélico” vem da palavra grega euangelion, que significa “a boa nova” ou o “evangelho”. Assim, a fé evangélica concentra-se nas “boas novas” da salvação trazidas aos pecadores por Jesus Cristo.

 

Os evangélicos são um grupo vibrante e diversificado, incluindo crentes encontrados em muitas igrejas, denominações e nações. Eles reúnem tradições que surgiram após a reforma protestante como santidade, anabatistas, pentecostais, carismáticas e outras. As convicções teológicas centrais proporcionam unidade no meio da diversidade. Viver essa unidade é ser evangélico.

 

Qual é a diferença entre protestantismo e evangelismo?

 

Protestantismo é um termo geral que abrange algumas denominações cristãs separadas da Igreja Católica Apostólica Romana e do Cristianismo ortodoxo. Isso inclui luteranos, batistas, presbiterianos, igrejas reformistas, pentecostais e adventistas do sétimo dia.

Comum a essas denominações é a idéia de sola scriptura (usando a Bíblia como a mais alta autoridade), a justificação somente pela fé e a rejeição do Papa como chefe da Igreja de Cristo.

 

O evangelicalismo é um movimento recente dentro do protestantismo que se originou no século XVIII, mas ganhou atenção a partir do século XX, por estar ligado ao Cristianismo fundamentalista.

 

Os evangélicos geralmente acreditam na inerrância da Escritura, nascer de novo (reconhecer a pecaminosidade e a necessidade de arrependimento) e, novamente, a justificação somente pela fé.

 

Existem quatro características primárias do evangelicalismo:

 

Conversionismo: a crença de que vidas precisam ser transformadas através de uma experiência “nascer de novo” e um longo processo de seguir Jesus;

Ativismo religioso: a expressão e demonstração do evangelho nos esforços de reforma missionária e social. O crente é impulsionado por gratidão as obras de Deus em sua vida a servir as igrejas;

Biblicismo: uma alta consideração e obediência à Bíblia como a autoridade final;

Crucicentrismo: ênfase no sacrifício de Jesus Cristo na cruz para tornar possível a redenção da humanidade.

 

Essas distinções e convicções teológicas definem os evangélicos – não tendências políticas, sociais ou culturais. De fato, muitos evangélicos raramente usam o termo “evangélico” para descrever a si mesmos, concentrando-se simplesmente nas convicções centrais do Deus trino, da Bíblia, da fé, de Jesus, da salvação, do evangelismo e do discipulado.

 

Os pilares da fé dos evangélicos ensinam que a Bíblia é a mais alta autoridade para os crentes.

É muito importante encorajar os não-cristãos a confiar em Jesus Cristo como seu Salvador e entender que a morte de Jesus Cristo na cruz é o único sacrifício que pode remover a penalidade do pecado. Além disso, somente aqueles que confiam em Jesus Cristo como seu Salvador recebem o dom gratuito de Deus da salvação eterna.

Isso é ser evangélico!

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